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Marketing de Guerrilha: Pequenos Orçamentos e Grandes Resultados
 

Marketing de Guerrilha: Pequenos Orçamentos e Grandes Resultados

Marketing de Guerrilha: Pequenos Orçamentos e Grandes Resultados

 


O termo, criado pelo norte-americano Jay Conrad Levinson na década de 70, tem inspiração na Guerra do Vietnã (1959-1975), na qual os vietnamitas eram conhecidos por serem os grandes estrategistas, levando a cabo anos de batalha mesmo com equipamentos inferiores às dos Estados Unidos. O marketing de guerrilha, portanto, é altamente estratégico, utilizando-se de ferramentas que permitem sua reconfiguração no tempo e no espaço, de acordo com os recursos, as intenções e a realidade do cliente, sempre criando cenários favoráveis. Com poucos recursos mas muitos resultados, ele se vale de ações talvez um pouco mais agressivas e diretas, mas com uma abordagem simplesmente impossível de ser ignorada pelo público-alvo. E como economia com bons resultados é o sonho de qualquer empreendedor, vale a pena saber mais sobre o marketing de guerrilha, especialmente se o seu orçamento anda limitado.




Criatividade, a grande arma do marketing de guerrilha


Você já deve estar cansado de ouvir o quão exigente está o público-alvo em tempos de internet, em que há uma oferta imensa de produtos semelhantes online, grande facilidade de comparação e uma larga fartura de informações sobre todos os assuntos – nem sempre de forma relevante, é verdade.


Quem é realmente esperto, portanto (e vale pensar que nesse grupo encontra-se o seu prospect), não vai perder tempo com qualquer coisa, mas sim filtrar bem o que merece a sua atenção. Pensando dessa forma logo você chega à conclusão que a grande maioria dos anúncios e conteúdos é facilmente descartável.


Mas não o seu conteúdo, isso você não quer. Então uma das ações de guerrilha é justamente usar a criatividade para transformar a sua mensagem em algo inesquecível, impossível de ser ignorada – e duradoura na mente de quem é interessante para o seu negócio.


Mas se fosse fácil todo mundo faria isso, concorda? Pois é, este é o ponto. Você vai ter que usar de ferramentas que criem a possibilidade de criar impacto, incomodar, fazendo o consumidor em potencial repensar prioridades, reavaliar hábitos pessoais. Para isso algumas dicas de marketing de guerrilha são bastante eficientes.




1.   Conheça bem o seu público para saber onde cutucar


Essa é uma regrinha básica de qualquer marketing, claro, mas para o de guerrilha é fundamental conhecer muito bem seu público para saber exatamente onde cutucar com vara curta para que não correr o risco de não ser notado. Para isso vale tudo: ERPs e CRMs, empresas especializadas em prospecção, e qualquer tecnologia que o ajude a captar informações e dados analisáveis. Crie personas e estabeleça os valores e os interesses para esse público e que irão guiar as suas ações.




2.   Seja autêntico e fiel ao seu segmento


Não há uma linguagem específica para o marketing de guerrilha, por isso você deve ser autêntico e fiel ao seu segmento. Ele permite uma boa dose de humor nas campanhas? Ótimo, mas então que tal ser um pouco mais ácido? Seu público é sério e compenetrado, mais para o tradicional? Conte histórias verdadeiras, exemplifique com casos impactantes. A competitividade é acirrada? Cutuque diretamente seu maior concorrente (sempre de olho nas leis pertinentes, é claro). Adapte um pouquinho aqui e ali, mas jamais se desfaça da sua personalidade, ao contrário, use-a para fortalecer seu branding.




3.   Faça parcerias interessantes – e inteligentes


Nesse item nem é preciso falar nada, só contar um case de sucesso de co-marketing. Na época do lançamento do seu tablet Surface a Microsoft faz uma parceria com um lava-rápido de Chicago para que uma de suas paredes ostentasse um grafiti anunciando o novo device. Aí você pergunta: e o que tem demais nisso? Aliás, o que um lava-rápido tem a ver com um tablet? Acontece que o estabelecimento era praticamente vizinho de uma loja da Apple, seu maior concorrente. Guerrilha simples, barata e eficiente.




4.   Provocar emoções requer certo cuidado


A grande estratégia do marketing de guerrilha é provocar emoções, mas cuidado para não acabar sendo um tiro no pé. Isso porque lidar com sentimentos é sempre uma coisa meio perigosa, que pode voltar-se contra você ou simplesmente não se sair como imaginava. Por isso, planeje, leia casos de sucesso, evite tocar em assuntos polêmicos - futebol, religião, política sexualidade – e se cair para o humor ácido, seja sempre elegante.




5.   Como monitorar seus resultados?


Você já deve ter percebido que a maioria das ações do marketing de guerrilha vai provocar reações espontâneas, resultados orgânicos, que também podem ser mensurados pelas mesmas ferramentas que você já usa no marketing digital. As redes sociais, por sua vez, continuam sendo o ambiente perfeito para disparar campanhas de guerrilha, boca a boca e também fazer essa métrica, separando o período em relação ao desempenho normal dos meses anteriores.


Viu como pode ser eficiente causar impacto através de mensagem simples mas bem boladas? Elabore com calma e criatividade a sua campanha de marketing de guerrilha e depois conte para a gente os resultados aqui, nos comentários!


04/01/2017 - 11:48:42

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